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Quinta, 29 Junho 2017 13:01

Audiência pública discute câncer de Mama

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Foto: Guilherme Bergamini  / ALMG Foto: Guilherme Bergamini / ALMG

A comissão de saúde da Assembleia Legislativa, sob o comando do presidente deputado Carlos Pimenta, PDT, debateu na manhã desta quarta feira, 28/06, Projeto de Lei n.18/2015 que assegura às mulheres com elevado risco de desenvolver câncer da mama, o acesso ao teste de mapeamento genético pelo SUS, no âmbito do Estado. Participaram da reunião, representantes de vários segmentos da área da saúde. A exceção foi a Secretaria de Estado de Saúde que não enviou nenhum representante.

O PL 18/15 é de autoria do dep Dr. Wilson Batista, em tramitação na Casa, que de acordo com Carlos Pimenta é moderno e atualizado. “Nos temos que garantir que ele seja votado logo e em seguida lutaremos pela sua aplicabilidade. Pela sua importância, é um projeto que de forma alguma deverá ser uma letra morta em gaveta de gestores de saúde. E nós vamos garantir isso”,assegura o parlamentar.

Entre os assuntos discutidos durante a audiência, a realização do mapeamento genético de mulheres com elevado índice de desenvolver câncer de mama pelo Sistema Único de Saúde, foi, sem dúvida, o mais defendido entre os médicos e especialistas.

Foto: Guilherme Bergamini / ALMG

A hereditariedade é a responsável por 10% dos casos de câncer de mama. De acordo com especialistas, se houvesse a realização de teste para evitar que esse grupo de mulheres desenvolva a doença, o avanço seria grande. Em caso de resultados positivos, a realização da cirurgia profilática, que é uma das opções de tratamento, pode reduzir em 99% a possibilidade de incidência da doença pela mutação genética. Vale ressaltar que as mulheres que possuem a mutação no gene têm 85% de chance de desenvolver a doença até os 70 anos de idade.

Especialistas trouxeram à reunião dados sobre a incidência de câncer de mama no Brasil. A expectativa é de que 57 mil novos casos apareçam em 2017, sendo 5 mil em Minas Gerais. Em 2013, 14 mil mulheres faleceram em decorrência da doença.

Os parlamentares presentes destacaram ainda que o diagnóstico precoce, através da realização do exame, pode trazer tranquilidade para as mulheres. Eles também apontaram que o custo final é menor para o Estado, caso a doença seja evitada antes do seu desenvolvimento. Carlos Pimenta afirmou que o governo sabe da importância, mas infelizmente não realiza o exame.

Lido 1022 vezes Última modificação em Quinta, 29 Junho 2017 13:31

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